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SAUDADE

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Sobre eleições presidenciais em 2006:

 

Agora só três conclusões
Do Soares aprendi três coisas:
- que em qualquer idade devemos dar o nosso contributo para o bem comum;
- que a maior dificuldade da velhice é perceber que já estamos ultrapassados;
- que nada se ganha em denegrir o adversário, sobretudo num país onde temos tendência a colocarmo-nos do lado do "coitadinho".
Do Alegre aprendi duas coisas:
- que é possível mobilizar os cidadãos em torno de utopias (mas será possível uma mobilização definitiva: "E agora, Manel? perguntam muitos lembrados de maria de Lurdes Pintasilgo);
- que as utopias também precisamn de ser devidamente "vendidas": não basta anunciá-las nem descansar na bondade das propostas;
Do Cavaco aprendi duas coisas:
- a vitória conquista-se com planificação sistemática e não por impulsos meteóricos, isto é, com rigor táctico e estratégico;
- as pessoas conquistam-se partindo dos seus problemas que elass entem (reais ou fictícios, para o caso pouco importa) e não dos problemas que os grandes pensadores e doutrinadores acham (cientificamente) que elas deviam ter. Sem este trabalho prévio não há utopias que resistam (ZD)

 

o que aprendi com o Louçã:
- a preparar com seriedade, consistência e profundidade (quase) todos os dossiers: para mim foi de longe o mais consistente e o mais bem preparado: tem ideias claras sobre quase tudo. Disse quase tudo porque houve duas questões sobre as quais não percebi as soluções que preconizava (talvez porque não acompanhei bem a campanha; mas nos debates quando falou disso não percebi qual era a sua solução e se era realizável): como emagrecer o Estado? Como tornar a Segurança Social sustentável?.
- não interessa ter razão; é preciso convencer as pessoas disso, utilizando a linguagem apropriada e respeitando o ritmo das pessoas: a insistência nas "questões fracturantes", mesmo que sejam objectivamente as mais importantes, deve ser bem preparadas tendo em conta o ritmo das pessoas e o ambiente que as rodeia: ter razão antes do tempo não tira a razão à pessoa mas desvaloriza essa razão e anula a credibilidade de quem assim age (Tenho muita pena, mas não consigo livrar-me desta mentalidade reaccionária!!!) (ZD)

Antigos Alunos do Seminário da Figueira da Foz
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